Reputação.com

24 07 2008

Saiba como usar a vitrine da Internet para construir uma imagem pessoal positiva.

A Internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de a provação em concursos, comentários em salas de bate-papo, etc. A web registra pedaços de sua vida e forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo. Confira as sugestões:

- Seja natural: evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunters e recrutadores. Ninguém é perfeito e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Seja transparente. Não minta e nem omita. Tenha bom senso. “Não faça na Internet algo que você não faria no mundo real”.

- Crie um blog: um blog profissional, que discuta temas pertinentes ao trabalho, dá um toque de credibilidade à imagem de seu criador. “Um blog amplia a exposição do autor. As chances de o nome parecer numa pesquisa aumentam as chances e favorecem o profissional. Desde que o conteúdo tenha qualidade, relevância e português sem erros”. Mas atenção: mantenha o site atualizado, Caso contrário, você vai passar a imagem de desorganização.

- Publique conteúdos pertinentes: Se tiver algo realmente a dizer na Internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo.

- Siga seu rastro: Uma vez por mês, faça uma busca no Google como termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito.

- Evite a imagem de um popstar: Estar presente em todos os sites de relacionamentos, blogs, fotologs e comunidades de Internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrapalha”, evite muita exposição.

- Seja discreto: O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade. “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas e comentários inadequados.

- Torne-se um verbete: Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipédia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criou o seu perfil, você pode alterá-lo co informações mais precisas. A dica é fazer buscas freqüentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

- Faça uso de sua lista de contatos: No Likedin, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamentos, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide de sua rede de contatos, não a procure só quando necessitar.”Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da Internet.

Fonte: Revista Você S/A, edição 10 anos, 121, julho de 2008.





Emocionalmente Surdo…

24 07 2008

* por Maria Bernadete Pupo

Não raramente encontramos, em nosso ambiente de trabalho, profissionais que apresentam a característica do “emocionalmente surdo”, gerando assim conflitos intimamente ligados à comunicação. Sua característica principal é a de ignorar a opinião das pessoas, aliás só ele quer falar, portanto, não há como estabelecer diálogo com ele, nem sequer uma discussão. Sua característica ainda prevê auto-suficiência e sempre se apresenta em posição superior e na defensiva.
Os conflitos gerados em decorrência de tais atitudes são imensos, uma vez que não se pode conceber o processo de se comunicar sem ouvir.
Infelizmente, no nosso dia a dia, encontramos gestores e demais profissionais que sofrem desse mal – o não saber ouvir é mais amplo do que o ato de simplesmente escutar; ouvir significa compreender o que a outra pessoa expressa; ouvir significa se aprofundar na mensagem que se transmite; é assimilar muito mais que as palavras, ouvir muitas vezes relaciona-se ao ato de compreender os gestos, a atitude e a própria linguagem corporal – e ainda o próprio silêncio que deve ser analisado. Tudo isso está relacionado à comunicação – uma das mais complexas e difíceis tarefas humanas, sujeita à constante distorção no que se refere ao relacionamento interpessoal.
Peter Drucker já dizia que “o mais importante na comunicação é ouvir o que não foi dito.”
O diferencial, seja do gestor ou de qualquer profissional, está justamente no fato de negociar – que, em outras palavras, significa falar, ouvir, escutar, comunicar, colocar-se no lugar do outro e procurar entender a visão de mundo e os valores das pessoas com quem convive. É interessante analisar como pessoas com a característica de “emocionalmente surdo”, já têm a pré-disposição de não querer compreender o que o outro fala, sempre preparado para retrucar. Geralmente denominamos pessoas com esse perfil de polêmicas ou tacanhas ou do contra, mas no fundo sofrem de outro mal.
A arte de ouvir requer que a pessoa ouça e fale com a voz do coração, isso não significa dizer que devamos concordar com tudo,  ao contrário; devemos apenas abrir espaço para o outro expressar sua opinião e nos esforçarmos para entender seus sentimentos, para processarmos as informações, a fim de esclarecer  idéias e, quem sabe, chegar a um senso comum.
Muitas vezes para chegar a um consenso seja com seus pares, com a equipe ou com quem quer que seja, é necessário abrir mão da vaidade; é necessário deixar o ego de lado.  Para aprimorar a arte de gerenciar, temos de treinar a arte de ouvir, a qual servirá como ferramenta para a construção de comunicação eficaz, e de um relacionamento interpessoal consistente.
Costumo aplicar uma dinâmica, nos encontros de que participo, que consiste em distribuir um texto de uma história, dividida em cinco partes, cada parte cabendo a cada uma das cinco equipes formadas previamente. A discussão segue horas, pois cada grupo, trabalhando individualmente, talvez com a pressa de sair na frente, sem se preocupar com o espírito de equipe e tão pouco de dar ouvidos aos demais grupos, acaba dando sua versão para o texto recebido. Uns defendem que a personagem da história tem uma função, outros, que tem outra, e assim sucessivamente. Cada grupo tenta e inventa situações diversas para a história e o pior é que defendem a própria idéia como se verdadeira fosse. Esse é um exemplo típico de profissionais que não se comunicam e carregam a característica do “emocionalmente surdo”, ou seja, não querem ouvir, não querem entender, não querem perder tempo para negociar e muitas vezes acabam tomando decisões injustas pela falta da comunicação eficaz.
Ao final da dinâmica, quando descobrem que a verdadeira história da personagem está no somatório das partes, que cada grupo recebeu, ficam estáticos. Alguns refletem decepcionados, quando trazem o fato para a realidade do dia-a-dia, porém aqueles mais arrogantes continuam achando que estão certos, mesmo que o restante da equipe esteja contra.
Desde criança fomos ensinados a falar e somente a falar, mas infelizmente não nos ensinaram a arte de ouvir e tão pouco a arte de negociar. Pelo fato de crescer emocionalmente surdo, o profissional ou o gestor está nadando contra a corrente evolutiva e extremamente forte da razão. Isso revela que ele não consegue perceber que sofre desse mal, mas, de qualquer forma, nossa sugestão é a de que comece a prestar atenção em sua forma de atuar em grupo, e, para isso, convém procurar conhecer a imagem que provoca nas pessoas; é bom perguntar a elas se é ou não um bom ouvinte, mas esteja preparado para escutar e ouvir. Dessa forma, com certeza surgirão novas oportunidades de crescimento pessoal e profissional e de se tornar um ser “emocionalmente ouvinte”.

*Maria Bernadete Pupo é consultora e gerente de RH do Centro Universitário FIEO e professora universitária da FAC-FITO, ambas em Osasco (SP), e autora do livro “Empregabilidade acima dos 40 anos” (ed. Expressão & Arte)





A Ordem para um futuro profissional e pessoal

24 07 2008

Somos ou estamos limitados? A resposta é que sempre estamos enquanto não aprendemos a ser, pois tributos, altas e injustas condições de captação de recursos, excesso de burocratização (falência publica) e enormes contingentes de pessoas querendo ser a mesma coisa, não impedem para que alguns se alimentem e continuem construindo rumo às realizações.

Diante de tantos questionamentos e barreiras, a persistência (válvula que equilibra e contribui para que os desvios não afetem os objetivos), normalmente é contaminada pelo excesso de importância que damos as coisas que limitam e que no fundo já sabíamos desde inicio, mas que voltam sempre quando queremos justificar nossos próprios erros, transferindo-os para que não sejam nossos.

Se o mundo foi contaminado pelo individualismo quando das oportunidades, classificando-se em blocos, de ricos e pobres, desenvolvidos e em desenvolvimento, resta-nos um caminho que não depende tanto do se enquadrar nesse ou naquele sistema, mas do se adequar unindo o que se quer com o que de melhor pode se fazer para ter parte disso no plano real.

O problema não está nas contingências econômicas, mas exatamente nas pessoas querendo ser quase como um produto (distanciando-se do seu próprio eu) pronto a ser vendido, formatado por imagens, estampas, e por que não dizer por mentiras que distorcem nosso equilíbrio, contrariando Shakespeare com um “Ser ou Ser” a qualquer custo.

O grande problema não está em ser diferente, pois qualquer um com uma melancia na cabeça, poderá ser notado. O problema é possuir valores que atraiam os outros e esse é um segredo que não se encontra nas estampas do mercado, mas dentro de cada um de nós e na vontade para poder entender e buscar a formulação do que é importante, mas sem a perda do jeitão próprio diante da lógica para se chegar à conquista.

O que vale hoje é possuir um arsenal de conhecimento e experiência para ser variável nos procedimentos, e assim oferecer surpresas, no caso a caso, fazendo convergência da ciência com o potencial criativo, muitas vezes depositado e bloqueado pelo excesso do sim senhor, que de tão correto, sempre nos coloca atrás de um suposto patrão, mas não nos satisfaz como pessoas.

Fonte: Sérgio Del Sasso.





Desperte seu talento!

24 07 2008

Paulo Araújo*

O século já virou faz tempo, a revolução digital já é mais do que uma realidade, o mercado de trabalho mudou e a grande maioria dos profissionais já entendeu a mensagem: se tudo mudou, é preciso mudar também. Na era do conhecimento, que está entre nós faz tempo, vencem os mais talentosos. Mas talento não é algo único de alguns bem-nascidos, como muitos pensam, mas algo que todo mundo tem ou que pode ser desenvolvido. A questão é como despertar este talento e usá-lo em favor de sua carreira.
Como despertar esses dons únicos adormecidos dentro de você? Pode ter certeza de que você tem algum tipo de talento todo especial aí dentro e que, descobri-lo, vai ser um grande passo em sua carreira.

Aptidões naturais. O que você tem facilidade para fazer no seu trabalho e os outros têm algum tipo de dificuldade? Já é um bom começo notar alguma competência, onde todos os elegem como o melhor. Use sua percepção. É preciso negociar valores com o fornecedor? Chama o sicrano que ele é bom nisso. Opa! Um nato negociador. É preciso conversar com as pessoas e resolver um determinado conflito? Chama fulana que ela é ótima nessas questões. Mais um talento iminente: capacidade de liderança. Comece a perceber se você é sempre o escolhido para resolver determinada questão e use esse dom a seu favor, em áreas em que isso pode ser uma grande diferença.

Aposte na diversidade. Não fique preocupado em encontrar somente um único talento. Todos podem ser muito bons em várias coisas; portanto, não fique frustrado se não encontrar aquele talento único, todo especial. Na verdade, pense em algo mais sistemático. É preciso despertar os mais variados talentos para que, de uma forma geral, eles possam impulsionar sua carreira. Não adianta ser um ótimo comunicador e não trabalhar bem em equipe ou ser muito centralizador, entende? Aí, entra a diversidade e a capacidade de usar o seu arsenal de conhecimento e técnicas que podem efetivamente fazer a diferença. Pense: quais são os meus talentos na comunicação? Liste-os. Quais são os meus talentos no trabalho em equipe? Liste-os. E por aí vai. É a diversidade em sua formação acadêmica e cultural que vai fazer a diferença e não só um único grande talento.

Reavalie sua carreira. Agora é hora de verificar se tudo o que você fez em sua carreira realmente está valendo a pena. Se você se aposentasse hoje, você estaria realizado no seu trabalho? A forma como conduziu sua vida profissional até agora trouxe os resultados que pretendia? Você é o profissional e tem a carreira dos seus sonhos? Seja honesto com você mesmo e enfrente a realidade. É muito comum nossa carreira tomar rumos que não gostamos e é muito complicado voltar atrás, mas não é tão difícil mudar adiante. Dentro do meu contexto atual, quais os talentos que eu posso despertar que podem tornar minha carreira mais excitante? Crie sua própria definição de sucesso; certifique-se que está sendo coerente com seus valores e seja fiel a essa sua visão de vida, evitando distorções que só trarão frustrações no futuro.

Tenha disposição. Para despertar seus talentos, é preciso disposição para estudar mais, estar atento a treinamentos que podem auxiliá-lo em seu crescimento e estar preparado para assumir novas oportunidades. Resumindo, é um trabalho que vai demandar tempo, persistência e muita disposição. É preciso foco para manter a rota e evitar o vai-vém e a distorção de sua visão. Esteja atento se esses novos conceitos estão realmente lhe ajudando e se, efetivamente, podem ser usados em seu trabalho.

O caminho para despertar seu talento é cheio de encruzilhadas, mas vai ser uma aventura cheia de novas descobertas e realizações. O importante é estar disposto a correr riscos e acordar para uma nova etapa em sua carreira.

*Paulo Araújo é palestrante e escritor. Autor de “Desperte seu Talento – dicas essenciais para a sua carreira” – Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br
Tel (11) 4153 6008 – Alphaville – SP





Experiência! Para quê?

24 07 2008

Ivan Kruger

Valorizo a experiência e respeito as pessoas com bastante idade, apesar de saber que não necessariamente seja o tempo, o responsável em fornecer experiência.

A experiência é um fator sempre considerado quando é preciso  uma decisão, um conselho ou confiar em alguém para uma tarefa. Vejo pessoas jovens, achando-se experientes, pessoas idosas achando que experiência é o mesmo que tempo de vida, e pessoas adultas se acomodarem com os erros que cometem,  dizendo: “ Foi ruim, mas valeu a experiência- é preciso tirar alguma coisa boa desta situação”!

“Experiência não é o que acontece a uma pessoa, mas o que a pessoa faz com que acontece com ela.” Se uma criança que não sabe andar, cai, levanta e cai, ela pode estar adquirindo experiência, independente de quantas vezes ela vai ao chão. Porém se uma pessoa, jovem, adulta ou idosa, comete uma falha em algum projeto ou decisão, sabendo antecipadamente, que poderia errar, e o motivo que levaria ao erro,  não é experiência, mas um tiro no escuro. Por exemplo: Você não pode olhar uma casca de banana no chão, pisar, escorregar e cair. Você só cai, se você não a viu. Portanto, pessoas inteligentes que escorregam em uma casca de banana, após tê-la visto, não podem dizer que adquiriram experiência.

Você conhece pessoas assim? Que sabem que vão errar, mas seguem o caminho da desgraça. Parecem que estão entorpecidas, míopes, com vendas nos olhos. Caem e dão risada, ou entram em profundo descontentamento pelo fato de terem caído. Não precisamos sempre errar para aprender, mas parece-me que há pessoas que preferem aprender pela dor. Adquirem experiência pelo método mais doído, e ainda por vezes culpam os outros e ao próprio DEUS, pelo buraco que elas próprias cavaram.

Aprendemos com pessoas, a maneira mais humilde, pelas circunstâncias, a mais sábia, com os nossos erros, a mais dolorida, e com os erros dos outros, a mais fácil. Qual das 4  maneiras você escolherá para  aprender?

Acredito que a busca incansável pela excelência, o aprimoramento contínuo, a observação de fatos, o muito ouvir, o mais pensar e o domínio sobre a nossa impulsividade,  nos leva a experiência, não necessariamente a idade.

Fonte: www.gestaodecarreira.com.br





Nove Erros mais cometidos pelos profissionais

17 07 2008

Por: Viviane Macedo

Fonte: www.catho.com.br

Quais são os erros mais cometidos por profissionais durante a carreira?

Falta de comprometimento, de respeito, distração. Essas são apenas algumas das mais freqüentes gafes cometidas na trajetória profissional. Muitos não conseguem encarar a carreira como uma parte importante da vida, talvez uma das mais delicadas e vulneráveis. Por isso acabam tendo atitudes que prejudicam o desenvolvimento e o sucesso profissional.

Apesar de passar cerca de oito horas por dia no trabalho, ao lado de pessoas que acabam se tornando próximas com o tempo, o profissional não pode enxergar a empresa e o ambiente corporativo como a extensão de casa – da mesma forma que é preciso ter um limite na relação com os colegas dentro desse ambiente.

Falar é muito fácil, mas a prática é diferente. É próprio do ser humano se envolver, e é assim que começam as fofocas, as caras feias, a intolerância. Resultado: estagnação da carreira, demissão.

Tomar como exemplo experiências de outras pessoas pode ajudar a fazer com que você não caia nos mesmos erros ou, pelo menos, passe a se policiar para não cometê-los. Pensando nisso, conversamos com o consultor de carreira Renato Waberski, da Thomas Case & Associados, que enumerou os nove erros mais cometidos por profissionais durante a carreira:

1. Falta de atualização: acomodação, não investir em pontos importantes como formação e idiomas e deixar de ampliar a própria rede de relacionamentos;

2. Falta de comprometimento e iniciativa: falta de interesse em áreas distintas da que atua;

3. Falar mal da empresa e do chefe: ainda mais grave quando o comentário é feito diante de fornecedores e clientes;

4. Gastar tempo ao telefone em assuntos pessoais: deixar de cumprir as tarefas por não saber dividir o pessoal do profissional;

5. Faltar com o respeito: fumar perto de quem não gosta;

6. Passar para a frente informações confidenciais: gravíssimo, principalmente se essas informações chegarem até a concorrência;

7. Distração: esquecer constantemente o que lhe é pedido;

8. Não desenvolver um bom relacionamento interpessoal: criar um clima ruim dentro da empresa;

9. Fazer comentários sobre as pessoas: falar sobre o comportamento ou a vida pessoal de colegas de trabalho e, até mesmo, da chefia.

DICAS PARA NÃO CAIR NO MESMO ERRO

O coach Luiz Antônio de Souza Neto, presidente da Comece a Viver, acredita que esses erros podem ser facilmente evitados, basta seguir algumas dicas.

1. Atualização

Esteja sempre atento a novos conhecimentos e inovações;

Busque cursos de desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuos;

Estabeleça um projeto de crescimento pessoal para os próximos cinco anos;

Invista em cursos e dinâmicas de auto-conhecimento para melhorar os relacionamentos.

2. Comprometimento

Tome a iniciativa do diálogo e entre “de cabeça” no que fizer;

Envolva seus companheiros, colaboradores;

Abrace novos projetos sempre que tiver oportunidade.

3. Falar mal

Afaste-se dos que falam mal da organização, chefes, etc. Esses serão os candidatos no próximo corte do “headcount”;

Reflita diariamente sobre as suas falas e atitudes com relação ao seu chefe e sua empresa;

Desenvolva sua ética laboral.

4. Assuntos pessoais

Planeje para resolver seus assuntos pessoais fora do expediente;

Delegue o que puder e fique só com o imprescindível e urgente;

Monitore suas atitudes diárias ao telefone. As pessoas que estão ao nosso redor percebem mais do que nós imaginamos;

Atrele o abuso com assuntos pessoais com a sua segurança no emprego.

5. Falta de respeito

Avalie seus hábitos e comportamentos constantemente;

Encare fumar no local de trabalho e perto de quem não gosta como desrespeito a si mesmo;

Procure ajuda para libertar-se do vicio.

6. Passar informações confidenciais

Tenha um código de conduta escrito tanto para a sua vida pessoal quanto profissional;

Jamais traia a sua organização.

7. Distração

Observe-se mais em seus comportamentos;

Desenvolva mais a sua capacidade de ouvir e percepção;

Atrele sua distração à falta de respeito para com o outro.


8. Relacionamento interpessoal

Avalie constantemente o seu perfil sociométrico;

Se tiver dificuldades de relacionamento, invista em cursos direcionados para este fim ou procure profissionais da área comportamental.

9. Fofocas

Concentre-se na qualidade do seu trabalho;

Evite participar de grupos nocivos à organização;

Procure filtrar suas palavras e observações por mais sentido que possam fazer.

Agora, faça uma reflexão sobre suas atitudes e veja se você também comete esses erros. Se o resultado for positivo, atente-se às dicas e faça o máximo para não repeti-los. Se você não se enquadra nesses casos, parabéns! Espelhe-se neles e continue no caminho certo em busca do sucesso profissional.





Dinheiro é tempo!

9 07 2008

Você deve ter passado a vida inteira ouvindo a expressão: tempo é dinheiro. Como se cada segundo equivalesse a moedas indo para o espaço. Isso: dinheiro é tempo – o tempo que você gasta para ganhá-lo! E materialismo pode ser bom – desde que você entenda como materialista aquela pessoa que valoriza tanto os bens materiais, mas tanto mesmo, que aproveita tudo o que pode deles, e, por isso mesmo, não precisa de muito para satisfazer. Alguém já ouviu falar de “Simplicidade voluntária”? Pois é, pesquisas estimam que, nos EUA, por volta dos anos 70, se propagou um estilo de vida em resposta à sociedade de consumo e ganhou ecos no Canadá, França e chega bem devagar no Brasil.

A expressão “simplicidade voluntária” deixa claro que ter uma vida mais simples é questão de escolha, de estarmos mais conscientes do que queremos, de quais são os propósitos na nossa vida. E esclarece: não se deve confundir simplicidade com pobreza. Simplicidade é escolha, pobreza não. Simplicidade tampouco tem a ver com negar a tecnologia – afinal ela é muito útil (eu adoro!) E muito menos significa mudar-se para uma cabana na floresta (risos). A idéia é simplificar a vida onde se está, com o que se tem – e a maior parte das pessoas que já fazem isso vive nas cidades.

Pense bem, além do tempo e da energia investidos para ganhar o dinheiro necessário para comprar bens, também é preciso mantê-los. Se uma pessoa tem uma casa na cidade, outra na praia e uma terceira no campo, precisa cuidar da manutenção. Se tem dois carros em vez de um, vai ao mecânico o dobro de vezes.. Por isso, vale uma reflexão: o quanto tempo e a energia investidos para a aquisição de coisas podem minguar as oportunidades de conviver com as pessoas, de buscar a espiritualidade, de ter momentos de tranqüilidade, paz, autoconhecimento e o senso de comunidade? Você paga pelo dinheiro com seu tempo! Quando você gasta o dinheiro, não está gastando um papel emitido pelo governo, mas as horas que você investiu no seu trabalho. E porque você se ama e se respeita, é melhor gastar o dinheiro com coisas que realmente tenham valor pra você. Aquilo que possuo ou compro promove a atividade, a autoconfiança e o envolvimento ou induz a passividade e à dependência? Até que ponto meu trabalho e meu estilo de vida atuais estão apenas vinculados ao pagamento de prestações, à manutenção das coisas, às despesas de outras pessoas? Levo em consideração o impacto de meus padrões de consumo sobre outras pessoas e o planeta?

A verdadeira riqueza, segundo Henry David Thoreau, filósofo, não estaria nos bens, mas sim na qualidade das relações consigo mesmo e com os outros. O consumo em excesso poderia, então, ser um sintoma vazio, em outras áreas da vida, uma forma de compensação. Se essas áreas forem preenchidas, naturalmente, o consumismo decresce. E esse seria o primeiro passo para, quem diria, ser um bom materialista. “As pessoas que consomem excessivamente têm baixo materialismo: compram um computador, mal o aproveitam e já querem outro.” O bom materialista é aquele que tira proveito máximo de todos os bens materiais.

Simplicidade significa eliminar distrações triviais, tanto materiais como imateriais e focar no essencial – o que quer que isso signifique para cada um. É aí que está “o pulo do gato”, a chavinha de outro. Mas calma, vamos começar pelas necessidades. Não precisa pedir demissão do emprego, vender a casa e o carro. Do que você precisa para viver com dignidade e certo conforto? Casa, roupa, comida, saúde, educação e acesso à cultura certamente estarão na lista. Se essas necessidades estiverem supridas, do que mais você abriria mão? Não abra mão de nada num ato de austeridade e sacrifício, pois caso contrário, continuará querendo de volta e esse querer insatisfeito lhe trará problemas. Não tente eliminar nada de sua arbitrariamente. Faça uma lista de itens que o levariam ao ponto de suficiência, nem mais nem menos. Antes de eliminar qualquer coisa, teste. Será que preciso mesmo do forninho e do microondas? Fique uma semana sem usá-los e veja o que acontece. Você pode ter muitas surpresas…

As necessidades mudam porque as pessoas mudam e os contextos também. Então, a pergunta a se fazer é: o que é essencial para este ser singular que sou (não para meu vizinho ou chefe) na minha vida atual? Coloque-se esta questão constantemente e faça adaptações necessárias. O ponto de necessidade não é estático, e sim mutante.

Síntese e adaptação da matéria: Dinheiro é tempo. Revista Vida Simples, Edição 66, Maio de 2008.





Ideal de Vida

8 07 2008

Todos nós somos divinamente destinados a ser algo, mas, em nome da sobrevivência, muitas vezes perdemos o contato com aquilo que dá o sentido à nossa existência.

Levantar-se da cama para começar mais um dia deveria ser motivo de prazer e entusiasmo em nossa vida. Para algumas pessoas, porém, isso até parece um sacrifício. Elas já se levantam cansadas e desanimadas para enfrentar mais um dia de batente.

Quem se sente assim, provavelmente, perdeu o contato com o ideal de sua vida. Sem uma meta à qual dedicar sua existência, o ser humano dificilmente encontra motivação para fazer as coisas, para prosperar, para realizar conquistas. Só quem tem um ideal pode conhecer a verdadeira realização pessoal.

Um ideal de vida é querer ser alguma coisa: um médico reconhecido em sua especialidade; uma gerente de banco com clientes satisfeitos; um artista talentoso; uma vendedora de sucesso; um próspero empresário; uma esteticista que deixa os fregueses mais bonitos; um pedreiro caprichoso; um dono de loja onde as pessoas gostam de comprar; uma cozinheira que delicia os outros com seus pratos.

A pessoa motivada a ser alguma coisa orienta, naturalmente, as ações em direção ao seu ideal. Como alguém que quer atingir o cume de uma montanha, ela vai procurar os caminhos que a levem até lá. A pessoa com um ideal claro na vida é objetiva, sabe o que tem de fazer e considera o fazer como um meio para alcançar sua meta.

Quem tem um ideal tende a investir em si mesmo e a considerar conhecimentos e experiências adquiridos como seu grande patrimônio. Pode perder o emprego ou ser obrigado a mudar de cidade, mas adapta-se às novas situações porque sabe quem é e conhece o seu valor.

Para alguém orientado a ser, os bens que amealha ou a posição que conquista vêm como conseqüência daquilo que se é. O ter é decorrência natural do ser para quem persegue um ideal de vida.

Todos somos divinamente destinados a ser algo, mas nem todos conseguem realizar o ideal de sua vida. Se, quando crianças, costumamos dizer o que queremos ser quando adultos, conforme crescemos, vamos nos ajustando às exigências do nosso mundo competitivo, incorporando os valores e condicionamentos sociais que levam-nos a priorizar o ter: ter um carreira, um apartamento, o carro do ano, o menor celular do mercado. Muitas vezes, a premência de fazer para ter afasta-nos do nosso ideal.

O problema de orientar nossa existência para o ter é que ficamos muito dependentes e apegados ao que temos. No mundo atual, em que torres de aço e concreto desaparecem de uma hora para outra, em que o dinheiro não passa de um amontoado de dígitos na memória de um computador, em que as coisas são cada vez menos palpáveis e mudam tão rapidamente, basear a realização pessoal no ter conduz facilmente à preocupação, à insegurança e à incerteza quanto ao futuro.

Passa-se a vida numa corrida contra o tempo, num esforço constante de fazer coisas para ter cada vez mais, de modo que nos sintamos seguros. E, quanto mais temos, mais é preciso fazer para manter o que temos. Vivendo assim, nem mesmo uma fortuna é capaz de nos proporcionar realização e plenitude. E quando chegamos aos 50 ou 60 anos, por mais bem-sucedidos que tenhamos sido em nossa vida de fazer para ter, sentimos que falta algo.

Como você está conduzindo sua vida: baseado no ser ou no ter?

Se você é uma das muitas pessoas que ao enquadrar-se no jogo da sobrevivência social e perderam o contato com o ideal de sua vida, saiba que a qualquer momento é possível tomar o caminho que leva ao cume da montanha.

Seu ideal de vida está ligado ao que você tem prazer em fazer e à visão mais grandiosa que tem de si mesmo. Por um momento, volte ao estado de simplicidade em que vivia quando era criança e pergunte-se: o que eu quero ser, o que eu sonho ser na vida?

O seu ideal também está ligado aos talentos e aptidões com que você foi aquinhoado ao nascer. Há certas coisas que você faz com facilidade e espontaneidade, pois recebeu de Deus os dons para ser o que é seu destino ser e, assim, realizar-se. Reconheça a sua vocação. Pergunte-se: o que, para mim, é natural fazer?, quais são as minhas habilidades?

Compreenda que, por mais naturais e aflorados que sejam os seus talentos, é preciso burilá-los. É preciso desenvolver técnicas. Você pode ter o ouvido absoluto dos grandes músicos, mas precisa aprender a ler partituras e a tocar um instrumento – e, isso, você não nasceu sabendo.

Acredite que, se você estiver no caminho que o leva à realização do seu ideal, os fatos e as circunstâncias da vida o empurrarão para a frente. Não se limite ou desanime caso não veja, em determinado momento, soluções para as dificuldades que surgirem. Mantenha-se firme na sua escolha e a vida lhe trará, com toda certeza, tudo de que você precisa. Você não tem dinheiro para fazer um curso? O dinheiro aparece. Não tem tempo para estudar? Você é que faz o seu tempo e certamente dará um jeito. A vaga de emprego está muito concorrida? Ela será sua; se não for essa será a próxima, ainda melhor. As portas se abrem para quem sabe o que quer, assume o papel que lhe cabe nesse mundo e tem fé.

Só você pode saber o que é melhor para si. Tenha discernimento nas suas escolhas. Não se deixe contaminar pelo pessimismo e pela amargura de outras pessoas, nem influenciar pelos modelos de sucesso alheio. Sucesso e fracasso são fatores muito relativos. Avalie-os em relação à sua realidade.

Regina Giannetti





Ninguém é perfeito…

6 07 2008

… Os nossos tempos são de melhoramentos contínuos, de infinitos retoques, de aperfeiçoamento compulsivo. Tempos onde as imperfeições não têm vez. São vistas como falhas que nos impedem de alcançar a excelência. Mas elas podem ser vistas de outro jeito? Como diferenças particulares, como expressão de personalidade, como aquilo que nos faz ser o que somos?

… Não é fácil sobreviver à avalanche de histórias de transformação pessoal e receitas de superação que desabam todos os dias sobre nós. Tem sempre alguém, do alto do próprio sucesso, dizendo que: “querer é poder”. Para o sociólogo Zygmunt Bauman, esta é uma das características da pós-modernidade: saem dos líderes e entram em cena os consultores, pessoas que “dão” conselhos para o que a gente quer, no momento em que a gente precisa. Eles alimentam nosso desejo de ter exemplos de vida, de saber como os outros se comportam quando lidam com problemas iguais aos nossos. E impulsionam a indústria do automelhoramento: programas de TV apresentam “gente como a gente” contando como é possível vencer todas as dificuldades; livros e DVD’s ensinam passo a passo como construir um corpo dos sonhos e conquistar o cargo de presidente de uma grande empresa (tipo revista “Você S/A).

Mas é preciso ter cuidado para não criar metas inatingíveis. Se estamos buscando evoluir, melhorar como ser humano, vá em frente. Agora, se através da comparação e da competição você está buscando ter um corpo irretocável e um casamento sem problemas, um emprego de “cinema”, é melhor uma pausa no caminho. Porque isso pode se transformar em lugar nenhum, exatamente o significado da palavra utopia.

Nossa percepção de nossos defeitos e limitações se dá quando nos “focamos” no outro. O exercício da comparação é este: “Vejo-me, estou feliz. Vejo o outro. Vejo-me nos olhos do outro. Ele tem mais que eu. Vendo-me nos olhos do outro eu me sinto humilhado. Tenho sempre menos. Sou menos.” O sentimento de infelicidade nasce da comparação. Não há como escapar dela. Só conseguimos avaliar o que temos e o que somos comparando nossa situação a de um grupo de referência. O sentimento de podermos ser um pouco diferente do que somos é que gera o ressentimento. Então o que fazer?

Cuide para que a competição não tome conta das relações, sejam elas afetivas, familiares ou profissionais. Tente transformar competição em cooperação. Como? Percebendo que não estamos nas relações apenas para dar ou receber, e sim para cooperar, construir um bem comum.

Os conflitos, as idas e vindas, os erros e todas as outras mancadas do caminho fazem parte do processo da vida. Ver imperfeição apenas naquilo que não se tem ou no que os outros têm é um tipo de comportamento que só gera insatisfação. Não subestime o peso dos valores herdados, ensinados desde pequenos.

Vemos o mundo com a lente de consumo, exigindo sempre o melhor em tudo. Os relacionamentos são considerados com coisas a serem consumidas e não produzidas e, desse jeito, ficam subestimados aos mesmos critérios de avaliação de outros objetos de consumo. O parceiro é visto sob a ótica do consumo, não é mais necessário para o casal fazer funcionar o relacionamento, garantir que ele sobreviva os altos e baixos, fazer sacrifícios par que a união dure. Deixamos de ser aquilo que somos para nos transformarmos em um corpo sem marcas, sem história, sem humores. Experimentemos olhar o mundo sem lentes viciadas em cânones ou padrões. Procuremos uma visão mais sistêmica, onde não existe certo nem errado, nem perfeito nem imperfeito. Precisamos aprender que aquilo que parecer ser o nosso pior defeito, em muitos momentos pode ser funcional e que as pessoas mais fascinantes são as que costumam ser sempre naturais…

Texto de Elisa Correa – Síntese da matéria: “Ninguém é perfeito” da revista Vida Simples de Julho/2008.





Por favor, “se respeite!”

6 07 2008

A verdade é uma só: quando não respeitamos nossos sentimentos, emoções, aspirações e principalmente nossa maneira de ser e sentir a vida enfrentamos algumas conseqüências, entre elas, a de carregarmos dentro do peito a consciência, um forte sentimento de inadequação e ausência de amor e respeito próprios, o que me pouco tempo vai minando a saúde física e mental de qualquer pessoa.

Para aquele que deseja viver em harmonia consigo mesmo é necessário aprender a CEDER ou NEGAR, “no momento certo”, sabendo que será a partir destas atitudes conscientes que se evitará uma série de conflitos pessoais.

Como psicóloga, sei perfeitamente que para algumas pessoas o ato de dizer “não” é muito fácil (flui livremente), enquanto para outras é extremamente difícil e, por não possuírem essa habilidade nenhuma para isso é que essas pessoas, quase sempre, dizem “não” na hora errada e, geralmente, para a pessoa errada, o que as tornará cada vez mais inseguras e impotentes diante de algumas situações.

Para fazer com que prevaleçam as suas aspirações, os seus desejos e até mesmo para manter a sua homeostase interior, ou seja, o equilíbrio, é preciso ter coragem para negar aquilo que você não vai lhe fazer bem.

Mas, lembre-se, faça isso sempre de uma forma gentil e educada, pois se não for assim, esse gesto perde todo o seu sentido e valor. Saiba também que “ceder” é um gesto bonito, generoso e muito educado (e que às vezes “salva” muitas relações sociais, amorosas, fraternas e profissionais), porém, ceder em demasia (sem critérios) é um ato cruel contra si mesmo, que denota total falta de amor e respeito próprio.

O objetivo maior da vida deve ser sempre o de viver de forma como se espera e se deseja, sem com isso ultrapassar limites, ferir ou magoar ninguém, pois se isso acontecer, é melhor buscar ajuda e orientação numa psicoterapia.

Portanto, de agora em diante, ceda a tudo aquilo que você tem consciência que vale a pena e diga: “não” a todos os fatores externos e internos (pessoais), que o impeçam de ser uma pessoa realizada consigo mesma.

Faça as pessoas felizes, mas seja feliz também, respeite as pessoas, a natureza, mas, por favor, se respeite também!

Por Marilene Simão Kehdi – Escritora e Psicóloga Clínica.