Você precisa de terapia?

Você se sente infeliz com frequência?

Anda triste?

O que faz para vencer sozinho a depressão?

Você costuma censurar a si mesmo?

Você é atormentado por complexos de culpa?

Há momentos em sua vida em que o medo o domina?

Qual é o seu comportamento nessas situações?

O que acontece quando você está “de coração partido”?

Como consegue superar a desilusão amorosa para que a vida continue valendo a pena?

Como você se livra da dependência, seja das pessoas, seja de hábitos e objetos?

Quando os problemas de relacionamentos se tornam penosos e você sofre com isso, como encontra soluções construtivas?

Às vezes você se sente dominado por uma raiva incontrolável, que o torna agressivo e descontrolado?

Em quem você descarrega essa raiva? Ou acaso reprime seu sentimento de ódio – até explodir em outra ocasião qualquer?

Você se sente gordo demais, pouco atraente ou não consegue suportar a si mesmo?

Você tem dúvidas quanto a ser digno de amor?

De vez em quando todos nós sentimos um peso na alma. Perturbações anímicas já fazem parte da nossa sociedade altamente “civilizada”. Os problemas pessoais e de relacionamentos influenciam tanto a nossa qualidade de vida que buscamos meios de nos livrar dos sentimentos negativos. Na nossa vida acontecem muitas coisas sobre as quais não temos nenhum controle. Mas podemos aprender a assumir o controle sobre nossas reações a esses acontecimentos. A maior parte das perturbações psíquicas se deve a experiências antigas, que nos deixaram infelizes, e a comportamentos cotidianos, que podem ser apreendidos e substituídos por uma atitude construtiva.

A maior parte das pessoas não se sente “doente” ou “perturbada” que precise procurar um terapeuta. Elas sentem intuitivamente que têm suficiente força de cura para ajudarem a si mesmas ou procuram uma ajuda de amigos, da Igreja e da família.

 Contudo, uma harmonia emocional não se restringe ao âmbito da mente e da psique. Inconscientemente, controlamos nosso comportamento, nossos pensamentos e sentimentos, e o modo como nos relacionamos com os outros. Estamos sempre procurando caminhos para escapar do sofrimento que surge quando repetimos velhos erros. No entanto, o que geralmente acontece é que nos movemos em círculos e não encontramos saída.

Por que não se livrar dos pesos da alma e a eliminar as limitações?

Por que não sermos pessoas alegres, confiantes, que gozam a vida?

Está em nossas mãos dar o primeiro passo.

Por amor à nós mesmos.

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